Celebrando 30 anos de atuação em 2026, o Colégio GGE (Grupo Gênese de Ensino) se consolida como referência na preparação para os vestibulares e para a vida. Com unidades em Pernambuco e na Paraíba, a instituição já formou estudantes que hoje seguem trajetórias no Brasil e no exterior.
A semente que germinou
Fundado em 1996 no Recife por quatro jovens engenheiros - Herbetes de Hollanda, Jorge William, José Folhadela e Marcelo Melo -, o GGE nasceu com o objetivo de preparar estudantes pernambucanos para os vestibulares mais difíceis do Brasil, como o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e IME (Instituto Militar de Engenharia). O que começou com apenas 10 alunos rapidamente se transformou em um case de sucesso, provando que era possível alcançar a alta performance acadêmica sem sair do estado.
Ao longo das décadas, a instituição expandiu sua atuação para todos os níveis de ensino — da Educação Infantil ao Pré-vestibular — e consolidou sua marca. O reconhecimento veio por meio de excelentes resultados no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), entre outras provas, e prêmios locais, impulsionando a chegada do grupo a novas cidades como João Pessoa e Petrolina.
"Celebrar três décadas do GGE é reviver uma trajetória feita de afeto, de grandes resultados e, acima de tudo, de pessoas. São gerações de estudantes que transformaram dedicação em aprovações, talento em medalhas, curiosidade em ciência, e sonhos em realidade", afirma Lourenço Rezende, CEO do Colégio GGE.
Preparação para a vida
Mais do que aprovações, os pais e responsáveis prezam pela formação de indivíduos completos. Eles buscam escolas que ofereçam robustez intelectual e sensibilidade humana, garantindo que o jovem esteja pronto para protagonizar sua própria jornada.
Uma evidência desse cenário é a pesquisa do Center for Education (EUA), realizada em 16 países — incluindo o Brasil —, que revelou a urgência de uma parceria mais sólida entre família, escola e comunidade para transformar a educação.
O levantamento intitulado "Seis Lições Globais sobre como o Engajamento Familiar, Escolar e Comunitário Pode Transformar a Educação" mostra que 61% das famílias brasileiras valorizam a aprendizagem socioemocional no ambiente escolar.
Nesse contexto, o Colégio GGE não se limita a "cravar conteúdos para provas", mas também associar o desempenho a uma formação mais ampla, afirma o diretor da unidade Benfica da instituição, Veiga Neto.
"Estimulamos e desenvolvemos valores essenciais à personalidade dos nossos alunos como ética, cidadania, respeito e responsabilidade. A nossa proposta pedagógica busca desenvolver 'habilidades múltiplas', não apenas acadêmicas, ou seja, a busca por resultados é equilibrada pelo compromisso institucional em formar cidadãos conscientes, com valores sociais e morais, e com competências socioemocionais e de convivência", destaca.
O diretor ressalta que esse equilíbrio faz parte do DNA do GGE. "Os resultados não são um fim em si mesmos, mas um componente de um projeto muito mais amplo de formação". Ele explica que essa formação vai além do domínio de conteúdos acadêmicos: também foca no desenvolvimento de múltiplas habilidades (cognitivas, sociais e morais), preparando os alunos para os desafios da vida além da escola. Para isso, o diretor afirma que é preciso o estímulo da criatividade, do raciocínio lógico, do interesse permanente pelo aprender, da socialização e da convivência.
"Valorizando o ser humano em sua totalidade, ou seja, considerando o aluno como um ser plural, com valores, emoções e responsabilidades, não apenas como 'candidato a vestibular'. Dessa forma, nossa preparação para a vida tem caráter integral: acadêmico, humano e social", acrescenta.
Veiga destaca os pilares estratégicos do currículo do GGE, desenhados para uma formação que transcende o conteúdo didático:
- Liderança e Cooperação (Pilar Corpore Sano): Foco no trabalho em equipe, resiliência e resolução de conflitos, utilizando o esporte e festivais como ferramentas de desenvolvimento interpessoal;
- Inteligência Socioemocional (Trilha Socioemocional): Um olhar atento ao "Projeto de Vida", cultivando o autoconhecimento, a empatia e a responsabilidade social em diferentes dimensões (pessoal, coletiva e global);
- Pensamento Crítico e Prático (Pilar Hands-on): Estímulo ao raciocínio lógico e à resolução de problemas reais através de laboratórios (Prolab), turmas olímpicas e ferramentas exclusivas como o VIA e o DreamsGame;
- Domínio Linguístico (Pilar L.E.R.): Fomento à leitura, escrita e reescrita desde cedo, consolidando a capacidade de argumentação e a visão crítica do mundo;
- Ecossistema de Apoio: Suporte psicopedagógico contínuo, corpo docente em constante avaliação e um canal aberto com as famílias, priorizando sempre a saúde emocional.
O diretor enfatiza que o aprendizado no GGE extrapola a sala de aula por meio de atividades extracurriculares que conectam a teoria à prática. Desde a infância, projetos como o "L.E.R." e a "Bibi do Livro" estimulam o hábito da leitura e a socialização, enquanto o concurso RediGGE integra o desenvolvimento da escrita do Ensino Fundamental ao Médio. Essa formação é complementada por festivais esportivos que promovem o trabalho em equipe e a cooperação entre os estudantes.
Já no Ensino Médio, o pilar Hands-on ganha força com o ProLab, que permite a aplicação de conceitos em contextos reais, e com programas de orientação vocacional. Através de encontros com profissionais e experiências de campo, a instituição garante que os estudantes recebam o suporte necessário para tomar decisões conscientes sobre suas futuras carreiras.
Além disso, o Colégio GGE atua ativamente na escolha profissional e na construção do projeto de vida dos alunos. Através da coordenação pedagógica e do SOEP (Serviço de Orientação Educacional e Psicológica), os estudantes contam com atendimento educacional. Outro destaque neste campo é o Encontro de Profissões, com profissionais de diversas áreas, promovendo rodas de conversa sobre carreiras, mercado, e expectativas, auxiliando o estudante a expandir seus horizontes.
O primeiro passo para a próxima fase
Devidamente orientados e com os projetos de vida delimitados, os estudantes concretizam o primeiro passo para a vida profissional: a admissão em universidades. Até o momento, foram 176 aprovações na primeira chamada do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) 2026.
Desses aprovados, 21 estudantes estão no Top 3 primeiras colocações de cursos com maior concorrência, como Medicina, Ciência da Computação e Inteligência Artificial. Um deles é Daniel Cavalcanti Monteiro, que conquistou o 1º lugar em Ciência da Computação no CIn (Centro de Informática), da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
Daniel avalia o suporte do GGE como fundamental na trajetória até a aprovação: "A escola ofereceu uma base muito sólida, com bons materiais, simulados, aulas extras e o acompanhamento da coordenação. Além disso, o apoio da minha família foi essencial durante toda a preparação, dando suporte emocional e incentivo nos momentos mais difíceis. Esse conjunto — escola e família — fez toda a diferença para que eu conseguisse manter o foco e alcançar esse resultado."
O estudante também afirma que sempre teve afinidade com a área de exatas e um grande interesse por tecnologia, mas que o Encontro de Profissões, promovido pelo colégio, permitiu conhecer melhor o curso, as possibilidades de atuação e ter mais segurança na escolha. "O resultado não vem de um único momento, mas de um trabalho contínuo ao longo do tempo, com disciplina, foco e apoio de uma boa base educacional", acrescenta.
Outro destaque do Colégio GGE foi a conquista do 1º lugar geral do SSA 3 (Sistema Seriado de Avaliação), da Universidade de Pernambuco (UPE). Com a nota 86,07, Gabriel Pimentel Amaral, de 17 anos, garantiu sua vaga no curso de Medicina no Polo Santo Amaro no início deste ano.
Para ele, a paciência e a vontade de entrar na universidade foram essenciais para a aprovação, mas o suporte do colégio - onde estuda desde o início do Ensino Médio - também teve muita importância: "A preparação que o GGE oferece, com aulas excepcionais e um material muito completo tanto para o SSA quanto para o Enem, contribuiu para a manutenção da constância durante esses três anos."
Gabriel afirma que é grato aos professores e às inúmeras atividades que o ajudaram a atingir seu objetivo. "Tivemos uma equipe pedagógica muito bem preparada e projetos como o RediGGE [de redação] que ajudaram a fixar os conteúdos trabalhados em sala. Foi uma rede de fatores do colégio que me auxiliaram nessa conquista", complementa.
Gabriel Pimentel Amaral conquistou o 1º lugar geral do SSA 3 (UPE), com ingresso em 2026 - Gabriel Pimentel Amaral e seus pais, Ana Carla Pimentel e Ademir Amaral
Com o resultado de Gabriel, o GGE soma 70 aprovados na primeira chamada do SSA, conquistando a maior aprovação de Pernambuco. O colégio também ostenta o 1º lugar geral e de Medicina nos vestibulares 2025.2 e 2026.1 da FPS (Faculdade Pernambucana de Saúde), uma das instituições mais respeitadas da região.
Além disso, a instituição também registrou 11 aprovações de alunos na última seleção do IME (Instituto Militar de Engenharia), sediado no Rio de Janeiro. A instituição também preparou o único estudante de escola de Pernambuco aprovado no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), mais conhecido como o vestibular mais difícil do país.
O colégio também teve, até o momento, 11 dos seus alunos aprovados na USP (Universidade de São Paulo) e UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), as duas instituições que lideram as melhores universidades da América Latina, de acordo com o levantamento do THE Latin America University Ranking divulgado em dezembro.
A formação do GGE também está direcionada às universidades internacionais. Com o programa Graduação no Exterior, alunos planejam desde o 9º ano do Ensino Fundamental a carreira fora do país. E os resultados das seleções de 2025 já começam a aparecer: até o momento, seis estudantes foram aprovados em nove universidades internacionais de seis países diferentes, totalizando 10 aceitações. Entre elas, estão a École Polytechnique (França), University College Dublin (Irlanda), Hult International Business School (EUA) e University of Alberta (Canadá).
Entre os fatores analisados para a admissão estão o histórico escolar, cartas de recomendação, testes e redação. "Essa abordagem é muito comum nos Estados Unidos e no Canadá. Mas cada universidade tem o seu caminho. Existem algumas que dá, inclusive, para ingressar com a nota do Enem. E nós preparamos os alunos para todos esses tipos de processo", conta Charles Hodges, Gestor do Departamento Internacional do GGE.
Conquistas olímpicas
Além das aprovações em vestibulares e da formação para a vida adulta, o Colégio GGE também conta com as turmas olímpicas. Estudantes recebem suporte para se aprimorarem e disputar as Olimpíadas do Conhecimento.
Em 2025, o total de premiações em Pernambuco foi de 5.604. Já os destaques internacionais incluem:
- Prata e Bronze na IMO (Olimpíada Internacional de Matemática), considerada a maior e mais difícil Olimpíada do mundo;
- Ouro na OIAB (Olimpíada IberoAmericana de Biologia), a 3ª maior nota da competição;
- Ouro na IberoAmericana de Matemática; - Bronze na IPhO (Olimpíada Internacional de Física), considerada a Olimpíada de Física mais difícil e importante do mundo;
- Olimpíada Brasileira de Matemática, avaliada como a maior e mais difícil Olimpíada do Brasil, na qual o GGE teve mais premiações do que 19 estados brasileiros.
Glaumo de Sá, Diretor de Resultados do GGE, afirma que a preparação da instituição é pensada de forma ampla e contínua, acompanhando o aluno ao longo de toda a sua trajetória escolar. "O foco não está em preparar para um único destino, mas em construir uma base acadêmica sólida que permita diferentes caminhos de excelência, de acordo com o perfil e os objetivos de cada estudante", destaca.
"Dentro desse processo, as Olimpíadas do Conhecimento têm um papel importante ao estimular a profundidade de estudo, raciocínio avançado e disciplina intelectual. Alguns alunos chegam a representar o Brasil em competições internacionais, integrando seleções nacionais e disputando olimpíadas científicas fora do país, o que exige anos de preparação consistente e maturidade acadêmica", acrescenta.
O diretor também ressalta que essa mesma formação permite que outros alunos construam perfis competitivos para processos seletivos de universidades no Brasil e no exterior. "Seja nas olimpíadas internacionais ou nas vagas em universidades brasileiras e do exterior, o ponto comum é o mesmo: uma formação que valoriza autonomia, aprofundamento acadêmico e responsabilidade com o próprio percurso. A preparação global do GGE não direciona o aluno para um único caminho, mas amplia horizontes e oferece escolhas reais para o futuro", finaliza.
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