[Review] - Just Dance 2017

Just Dance 2017 Foto:

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[Review] - Just Dance 2017

Letícia Saturnino
Publicado em 23/11/2016 às 16:18
Just Dance 2017 Foto:


Muitas franquias de jogos que se aproveitam de uma “moda” acabam tendo pouco tempo de vida. Especialmente games que utilizam algum acessório especial, como os tapetes de jogos de dança ou os instrumentos daqueles que simulam bandas. Mas isso não aconteceu com Just Danc, da Ubisoft. E a resposta para isso está na comunidade.

Hoje, talvez mais do que qualquer outro jogo, Just Dance conta com uma comunidade de fãs que são extremamente engajados e apaixonados. Em qualquer evento de cultura pop que você estiver, certamente haverá uma aglomeração razoável de pessoas dançando para uma tela. Pode ter certeza: é Just Dance.

Com mais de 60 milhões de cópias comercializadas desde seu lançamento e 80 milhões de jogadores, nada mais justo do que em Just Dance 2017 (lançado em versões para Wii, Wii U, Xbox 360, Xbox One, Playstation 3, Playstation 4 e, pela primeira vez, PC), a Ubisoft notadamente privilegiar essa comunidade de adoradores. A empresa manteve na nova versão alguns recursos que permitiram que mais gente pudesse se divertir junta.

Primeiro, o Just Dance Controller, o aplicativo para smartphones que dispensa as câmeras dos consoles, como o Kinect e o PS Eye, e transforma o seu celular em sensor de movimento para a dança. Dançar com o celular na mão não é a coisa mais confortável do mundo, além de ser um pouco perigoso para quem se empolga muito na coreografia. Mas o app possibilita que todo mundo na sua festa possa jogar um pouco, utilizando um aparelho que todos têm no bolso.

O outro é o Just Dance Unlimited, um serviço de assinatura que é uma espécie de “Netflix” das músicas do jogo, liberando mais de 200 hits para serem dançados pela galera. Por R$ 79 por uma assinatura de um ano, você não só tem acesso ao catálogo como recebe conteúdo novo todo mês. Tá certo que você já pagou R$ 180 no jogo, mas a assinatura do Unlimited serve para Just Dance 2016, 2017 e possivelmente para o 2018 e assim por diante. Então, se você é fã mesmo, vale a pena.

Não que a playlist de Just Dance 2017 seja fraca, muito pelo contrário. Sucessos mundiais, como Cheap Thrill, de Sia e Sean Paul, e Sorry, de Justin Bieber, além de clássicos como Don’t Stop Me Now, do Queen, e um pacote de músicas brasileiras e em português, como Bang, de Anitta, Te Dominar, de Daya Luz, e Tico-Tico no Fubá, em versão da The Frankie Bostello Orchestra, estão no game.

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