As matrículas em cursos de EaD (Educação a Distância) no ensino superior tiveram um aumento de 286,7% nas matrículas entre 2014 e 2024 - o equivalente a mais de 10 milhões -, segundo o Censo da Educação Superior de 2024, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em setembro. O aumento contrasta com a queda de matrículas em cursos presenciais no mesmo período, de 22,3%.
Os números representam não apenas a preferência pela modalidade, mas também a democratização do Ensino Superior. “A EaD representa, hoje, a maior revolução social e educacional do Ensino Superior brasileiro”, ressalta o diretor corporativo da Educação a Distância da Ser Educacional, Enzo de Oliveira Moreira.
O diretor afirma que, historicamente, a modalidade de Ensino a Distância alcança perfis de estudantes que antes encontravam barreiras quase intransponíveis para cursar uma graduação. “Trabalhadores de tempo integral, mães e pais de família, população ribeirinha, povos originários e moradores de regiões afastadas dos grandes centros urbanos”, exemplifica.
Para Enzo, a flexibilidade é a chave da oferta de ensino. “O aluno pode estudar quando e onde quiser, com acesso integral ao conteúdo e às aulas no formato digital, sem perder o vínculo com o polo de apoio presencial, que garante atendimento, realização de atividades e avaliações presenciais seguras.”
“Além disso, o custo-benefício da EaD é altamente competitivo: a redução de deslocamentos, de custos operacionais e a digitalização dos recursos permitem mensalidades mais acessíveis, sem comprometer a qualidade acadêmica”, acrescenta.
De acordo com o diretor, quase 40% dos alunos da rede Ser Educacional são de municípios onde não existe campus presencial, mas contam com polos de apoio da instituição, estrategicamente distribuídos em todas as regiões do país. “Em muitos casos, o polo é o único recurso educacional de nível superior disponível em cidades do interior”, pontua.
“Temos exemplos emblemáticos de polos em municípios do sertão pernambucano, do interior da Amazônia e do semiárido baiano, por exemplo, lugares onde o Ensino a Distância é a ponte entre o sonho e o diploma”, complementa Enzo.
O diretor também destaca a política de inclusão tecnológica: “Oferecemos acesso gratuito à plataformas e recursos de nuvem Educacional, com 1TB de espaços para armazenamento, licenças de softwares profissionais e suporte permanente via nossa coach acadêmica Sofia, baseada em inteligência artificial.”
Como garantir a qualidade nos cursos EaD?
Enzo ressalta que garantir qualidade na EaD é um trabalho contínuo, baseado em planejamento, acompanhamento e inovação. “Nossos cursos EaD seguem matrizes curriculares idênticas às do ensino presencial, e os conteúdos são produzidos por professores mestres e doutores em suas áreas do conhecimento, conduzidas por professores regentes, a acompanhadas por mediadores pedagógicos altamente qualificados”, comenta.
Além disso, ele afirma que a instituição acompanha o desempenho dos alunos por meio do “Ambiente Virtual de Aprendizagem” de desenvolvimento próprio, com recursos que monitoram indicadores de frequência, desempenho e engajamento em cada disciplina.
“Essa análise é feita de forma integrada à Inteligência Artificial Sofia, nossa IA acadêmica, que atua preventivamente enviando alertas e sugestões personalizadas de estudo.
Já a evasão é combatida com mediação humana constante. Os estudantes têm o mediador pedagógico que o acompanham individualmente em suas jornadas, e os polos de apoio garantem acolhimento presencial”, acrescenta o diretor.
Enzo explica que esse modelo combina os recursos tecnológicos e humanos, permitindo manter níveis de retenção e desempenho equivalentes à oferta presencial, além de atender às diretrizes de qualidade do MEC e às avaliações do INEP.
O diretor reafirma o compromisso do Grupo Ser Educacional com a sintonia do Ensino Superior com o mercado de trabalho contemporâneo, assegurada pela atualização permanente das matrizes curriculares.
“A UNINASSAU, assim como todas as nossas instituições, realiza revisões curriculares periódicas, com foco na integração de competências digitais e socioemocionais”, exemplifica. E lista as principais inovações:
- Inserção de disciplinas voltadas à cultura digital e à inteligência artificial aplicada;
- Ênfase em projetos colaborativos e aprendizagem baseada em problemas (PBL);
- Treinamento em comunicação assíncrona, trabalho remoto e liderança digital;
- Atividades extensionistas conectadas a ODS da ONU e experiências reais de mercado.
“Nosso compromisso é formar um profissional completo e adaptável, que saiba aprender continuamente dentro e fora da sala de aula. Nossa missão é democratizar o acesso à educação de qualidade, mas também preparar as pessoas para a economia digital, onde as habilidades humanas e tecnológicas coexistem. Acreditamos que a universidade do futuro será singular, inteligente e personalizada”, finaliza Enzo.
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