Em tempos de Inteligência Artificial e casos cada vez mais comuns de golpes online, a proteção de dados se torna um assunto ainda mais urgente. O vazamento de informações e ataques cibernéticos, que acontecem com certa frequência no mundo digital, demanda uma maior atenção a setores de tecnologia e também dos hábitos de qualquer cidadão na navegação web.
Do uso das redes sociais a uma simples transação bancária, navegar com segurança exige conhecimento e profissionais preparados. Para isso, instituições de ensino, como a UNINASSAU, se tornam o primeiro passo para fomentar um dos campos que mais cresce no Brasil: a cibersegurança.
A Analista e Desenvolvedora de Sistemas e coordenadora do curso de Sistema de Informação da UNINASSAU Olinda, Crislayne Barros, explica que os cursos de tecnologia da instituição trabalham esse tema desde os primeiros períodos. "Disciplinas como Sistemas Computacionais, Banco de Dados e Redes de Computadores ajudam o aluno a entender como a informação circula, como os sistemas se comportam e, principalmente, como proteger dados e acessos de forma prática e aplicada ao mercado atual", destaca.
Segurança digital no dia a dia: conheça boas práticas
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Além de profissionais capacitados para atuar na cibersegurança, o usuário também deve se manter atento no dia a dia. Crislayne Barros cita alguns cuidados simples que podem fazer toda a diferença para proteger a própria privacidade e também evitar ataques virtuais - que podem afetar o âmbito pessoal e, muitas vezes, financeiro:
- Desconfiar de links desconhecidos, mensagens solicitando dados ou ofertas "boas demais";
- Manter aplicativos e equipamentos atualizados;
- Usar senhas fortes e diferentes para cada serviço;
- Adotar a verificação em duas etapas;
- Não compartilhar informações pessoais abertamente;
- Evitar usar redes de Wi-Fi públicas ao acessar dados sensíveis (como senhas ou contas bancárias).
"É fundamental que cada pessoa adote práticas de proteção, como senhas fortes, atualização de dispositivos e cuidado com links suspeitos. Ao mesmo tempo, precisamos de profissionais preparados para desenvolver sistemas mais seguros e responder a incidentes com responsabilidade", pontua a analista.
Como a UNINASSAU prepara especialistas em cibersegurança
Um dos diferenciais da UNINASSAU ao longo do ensino tecnológico na formação dos estudantes é o desenvolvimento do raciocínio técnico e também de visão estratégica. Esses dois fatores atuam como soft skills para o mercado de trabalho, assim como pilares fundamentais para a formação desses futuros profissionais.
"Ao longo do curso, conteúdos como Organização e Arquitetura de Computadores, Estrutura de Dados e Engenharia de Software fortalecem exatamente a capacidade de identificar falhas, antecipar vulnerabilidades e propor soluções seguras. Isso cria uma formação sólida, que permite ao aluno atuar com maturidade em ambientes de segurança digital e infraestrutura", exemplifica.
Segundo Crislayne Barros, o objetivo é aproximar os alunos da realidade profissional, por meio de oficinas, desafios práticos e afins. "Nosso estudante não apenas aprende conceitos de cibersegurança, ele vivencia situações reais, desenvolve projetos e sai preparado para atuar em um dos mercados que mais cresce no país", conclui a especialista.
Cibersegurança: uma preocupação de todos
Apesar do tema cibersegurança e proteção de dados estar diretamente ligada à tecnologia, outras áreas de conhecimento também são afetadas ou influenciadas por essas temáticas - como é o caso do curso de Direito.
"O curso de Direito atua na outra ponta desse processo, na interpretação, fiscalização e responsabilização. Quando essas áreas trabalham juntas, a proteção da população se torna muito mais eficaz. A Tecnologia cria mecanismos de defesa e prevenção, enquanto o Direito assegura que esses mecanismos sigam a lei e responsabiliza quem tenta cometer crimes digitais", explica Crislayne Barros.
Na UNINASSAU, a segurança digital é um tema tratado de forma multidisciplinar e integrada, de forma que a proteção de dados e a segurança digital se tornam não apenas temas técnicos, como também humanos.
"Formamos estudantes capazes de compreender riscos, criar soluções e atuar na prevenção de ataques virtuais. Trabalhamos tecnologia e ética lado a lado, porque proteger dados é também proteger pessoas", finaliza a coordenadora do curso de Sistema de Informação da UNINASSAU.
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