Gastronomia

O clássico livro de receitas Maizena na Web Gourmet

Publicado em 15/06/2017, às 22h04 | Atualizado em 16/06/2017, às 11h47

Por Eduardo Gazal

Versão original do "Calendário de Receitas Maizena de 1974" reúne diversas receitas tradicionais / Foto: Eduardo Gazal

Versão original do "Calendário de Receitas Maizena de 1974" reúne diversas receitas tradicionais Foto: Eduardo Gazal

Ganhei um presente maravilhoso de minha vizinha que está se mudando para outro endereço. São receitas guardadas em forma de livros, anotações em papel, recortes de jornais e revistas, cadernos de receitas e embalagens de produtos alimentícios.
Analisando cuidadosamente o material, encontrei uma versão original do "Calendário de Receitas Maizena de 1974". Estou restaurando esta versão impressa para que faça parte do meu inventário de receitas.

Reprodução

Selecionei algumas e estarei publicando-as na coluna no decorrer dos próximos meses. O livro sempre foi o preferido das donas de casa, que na maioria das vezes inspiraram chefes de cozinha renomados. Para as pessoas que desejam um exemplar, a marca elaborou um encarte online que pode ser impresso ou guardado em seu computador. Iremos disponibilizar um link direto para nossos leitores montarem seu livro de receitas gratuitamente. Conteúdos publicados desde os anos 1960, serão um deleite para quem gosta de receitas tradicionais.

UM POUCO DE HISTÓRIA

O amido de Duryea foi batizado de Maizena em referência à palavra maíz, que significa milho em espanhol. Embora cada região das Américas adotasse um nome para o cereal, o termo empregado pelas tribos sioux e iroquês, habitantes do Sul dos Estados Unidos de hoje, foi o preferido pela Espanha para designar as espigas levadas por Cristóvão Colombo.



Reprodução

A mesma inspiração foi usada na embalagem de Maizena. A cor amarela da caixa remete aos grãos e à ilustração antiga ­­- desenhada a bico de pena - e mostra a cena de uma tribo de índios norte-americanos extraindo amido, como seus antepassados. Em sua longa existência, a caixa passou por poucas mudanças.

Em 1874, as mercearias - os supermercados da época - mais pareciam feiras. Produtos como arroz e feijão eram dispostos em sacos e vendidos a granel. O surgimento de caixinhas amarelas entre pilhas de batatas e tomates chamou a atenção das donas de casa. A novidade atendia pelo nome de Maizena e era multiuso. Servia para engrossar caldos, dava um bom mingau, substituía a farinha de trigo no preparo de bolos e, na falta de goma, deixava as camisas perfeitas. O sucesso era inevitável: Maizena entrou no cardápio de restaurantes, nos livros de culinária e nas receitas passadas de mãe para filha, vizinha à vizinha, geração à geração.

O amido de Duryea foi batizado de Maizena em referência à palavra maíz, que significa milho em espanhol

Monte e personalize seu clássico caderno de receitas
http://www.maizena.com.br/Skins/CTP/documents/maizena-livro-receitas.pdf

Bolo de cenoura, empadinhas de palmito e torta de cebola são algumas receitas históricas que aparecem na publicação.

Fonte: maizena.com.br


*As colunas assinadas não refletem, necessariamente, a opinião do NE10

Web gourmet Eduardo Gazal pós-­graduado em Gastronomia Brasileira e ainda um cozinheiro por paixão!. eduardogazal@gmail.com

Continue Lendo

COMENTE ESTA MATÉRIA

Nome:
E-mail
Mensagem

O comentário é de total responsabilidade do internauta que o inseriu. O NE10 reserva-se o direito de não publicar mensagens com palavras de baixo calão, publicidade, calúnia, injúria, difamação ou qualquer conduta que possa ser considerada criminosa.

Vitrine NE10
Vitrine NE10
Fechar vídeo