RH Positivo

Liderança complementar

Publicado em 03/11/2017, às 15h53 | Atualizado em 03/11/2017, às 16h05

Por Mayara Melo*

Cada gestor precisa reconhecer seu próprio perfil, admitindo suas deficiências e buscando o aperfeiçoamento / Foto: Pixabay

Cada gestor precisa reconhecer seu próprio perfil, admitindo suas deficiências e buscando o aperfeiçoamento Foto: Pixabay

As empresas juntamente com seus gestores na atualidade, sabem que uma boa gestão é a chave para a motivação e a produtividade de suas equipes. Com base nesta constatação, é cada vez mais comum investimentos pesados em estratégias para identificar e preparar suas lideranças, a fim de que sejam capazes de conduzir seus times com cada vez mais eficiência e segurança. Todavia se faz necessário o entendimento de estilos de lideranças diferentes, considerando que essas variações resultam da combinação dos mais diversos aspectos, transitando entre personalidade, ambições, valores pessoais, preferências e experiências anteriores.

Entre os perfis de lideranças mais encontrados nas organizações, podemos citar o democrático e o autocrático, o paternalista e o meritocrático, o exigente e o liberal, o especialista e o carismático, o workaholic e o coach. Os gestores precisam, portanto, entender tais diferenças, reconhecendo seu próprio perfil, admitindo suas deficiências e buscando o aperfeiçoamento. Criando assim um perfil de líder complementar.

Mas o que é liderança complementar?

A liderança complementar é uma liderança servidora, que se baseia no preceito de que liderar é servir. E, na prática, servir aos liderados significa estar disponível para ouvir, orientar e ajudar. Esse estilo de gestão engloba ainda uma série de outros fatores, como a real preocupação com o bem-estar dos colaboradores e a identificação das necessidades da equipe. O líder servidor compartilha conhecimentos, incentiva o aprendizado e oferece desafios, baseando-se na capacidade de influenciar e fazer com que os colaboradores pensem, avaliem e criem opiniões, tornando-se mais atuantes e participativos. Por ser uma gestão orientada ao capital humano, apresenta resultados sólidos e duradouros, sendo usada de forma estratégica e diretamente ligada a alta performance da equipe.

Como também se compromete com a entrega dos resultados, utiliza ferramentas de avaliação da equipe, constantemente repassando feedbacks e pontuando pontos a serem tratados para melhoria. Com isso cria-se laços de afeto e respeito com os liderados, sendo também um mentor pessoal. Comemorando as vitorias e atuando com agilidade nos entraves, o Líder complementar ou servidor, é uma peça fundamental para empresa, pois garante êxito na operação e mantém um clima organizacional propicio para desenvolvimento.

Não existe uma forma correta ou errada de liderança, o que podemos afirmar é que, para cada grupo e atividade terá resultados mais assertivo com um perfil de liderança adequado. Por isso, juntar o cuidado das pessoas com o foco no resultado acaba sendo uma solução que mais obtém êxito, e atende com inclusão na grande totalidade, promovendo mais estabilidade a organização.

* Mayara Melo é coordenadora do Prêmio Ser Humano Paulo Freire – ABRH PE


*As colunas assinadas não refletem, necessariamente, a opinião do NE10

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RH Positivo ABRH-PE Esta coluna é uma parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos em Pernambuco (ABRH-PE). abrhpe@abrhpe.com.br

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