RH Positivo

Gestão estratégica de pessoas

Publicado em 12/05/2017, às 15h21 | Atualizado em 12/05/2017, às 15h26

Por Juliana Guimarães*

Relações entre a organização e seus colaboradores devem estar baseadas na transparência, confiança e credibilidade / Foto: Pixabay

Relações entre a organização e seus colaboradores devem estar baseadas na transparência, confiança e credibilidade Foto: Pixabay

As organizações precisam direcionar os esforços das pessoas para que não somente os objetivos institucionais sejam alcançados, mas também os objetivos individuais. Por essa razão, as relações entre a organização e seus colaboradores, mais do que nunca, devem estar baseadas na transparência, confiança e credibilidade.

Como a área de Gestão de Pessoas é sensível à cultura corporativa, cabe a ela ser facilitadora do processo de alinhamento das expectativas da organização e de seus colaboradores, através da definição de políticas que traduzam as necessidades, tanto para fins de alcance da missão e visão institucional, quanto para fins de crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores.

Para que este alinhamento ocorra de forma mais efetiva, sugerimos que as áreas de Gestão de Pessoas observem aspectos importantes, destacados por Chiavenato em sua obra “Gestão de Pessoas: O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações (2014)”, com relação às pessoas nas instituições:

(a) Pessoas como seres humanos, com personalidades próprias e diferentes entre si;

(b) Pessoas como ativadoras de recursos organizacionais, capazes de dinamizar a organização por não serem agentes passivos, inertes e estáticos;

(c) Pessoas como parceiras da organização, que fazem investimentos nesta organização através de esforços, dedicação, responsabilidade, comprometimento, riscos, na expectativa de retornos, sejam estes salários, incentivos financeiros ou ainda, possibilidade de crescimento profissional e carreira;



(d) Pessoas como talentos, fornecedores de competências essenciais ao sucesso da organização; (e) Pessoas como capital humano, sendo este o principal ativo da organização, pois agrega inteligência ao negócio.

A linguagem do negócio

Por fim, para garantir um posicionamento estratégico a área de Gestão de Pessoas deve conhecer a linguagem do negócio, de modo que a estratégia e as políticas de recursos humanos propostas estejam em sintonia com a estratégia global da instituição. Outra coisa, deve agir como executora e apoiadora das ações que visam ao alcance desta estratégia.

Por isso, assumir o papel de propulsora de mudanças, oportunizando espaços e mecanismos de renovação e criação; gerir talentos, mapeando aspectos essenciais à composição de competências técnicas e comportamentais dos colaboradores; apoiar as lideranças, para que possam orientar o desenvolvimento de suas equipes e potencializar os resultados da instituição, são algumas das características fundamentais de uma área de Gestão de Pessoas com espaço estratégico na organização.

* Juliana Guimarães é especialista em Gestão da Capacidade Humana nas Organizações e membro da Diretoria da ABRH-PE

 


*As colunas assinadas não refletem, necessariamente, a opinião do NE10

RH Positivo ABRH-PE Esta coluna é uma parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos em Pernambuco (ABRH-PE). abrhpe@abrhpe.com.br

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