
O lixão de Camocim de São Félix, no Agreste de Pernambuco, é o meio de sobrevivência de muita gente. Mas o risco ambiental que o depósito pode causar chega a ser maior do que em muitas outras cidades. No inverno, o chorume (líquido originado dos processos biológicos) escorre pelos córregos e se mistura com a água do Rio Una, água que muitas vezes é reaproveitada pela população. De acordo com a secretaria de Agricultura da cidade, a maior dificuldade é encontrar um outro terreno para instalar a área central de compostagem, mas um levantamento está sendo feito e vai ser mostrado ao CPRH (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos). Confira na reportagem:
