Rio

Jornal exibe Adriano com arma; agente defende atacante

Publicado em 31/05/2010, às 14h14 | Atualizado em 30/07/2014, às 19h04

Fonte: Agência Estado

Depois de anunciar o seu adeus ao Flamengo para atuar pela Roma, da Itália, encerrando uma passagem pelo clube recheada por problemas dentro e fora de campo, o atacante Adriano voltou a ser o centro de mais uma polêmica nesta segunda-feira.

Na sua edição desta segunda, o jornal carioca O Dia exibiu fotos comprometedoras do jogador. Em uma delas, ele aparece carregando uma metralhadora, ao lado de outra pessoa segurando uma outra arma (só que dourada) do mesmo tipo. Já em outra fotografia, o atacante supostamente faz, com as mãos, a sigla de uma famosa facção criminosa do Rio, a Comando Vermelho.

Investigado por supostas transações financeiras com membros de uma quadrilha de traficantes da Vila Cruzeiro, no complexo da Penha, zona norte do Rio de Janeiro, Adriano terá de prestar depoimento na 38.ª DP, em Brás de Pina, às 14 horas desta segunda-feira, para agora explicar também as fotos exibidas pelo jornal.

Horas depois da revelação das fotos, o empresário de Adriano, Gilmar Rinaldi, afirmou que a arma empunhada pelo jogador é apenas uma réplica de uma metralhadora que é usada para prática de paintball. O agente diz até que as fotos, que mostram um Adriano mais magro do que o atual, foram utilizadas por criminosos para extorquir o atleta há quase dois anos.

» Confira a imagem no Blog do Torcedor.

\"No dia 6 de junho de 2007, sofremos tentativas de extorsão por causa destas fotos, que foram tiradas na casa do Adriano, na Itália, e fui na Polícia Federal, onde até hoje corre o processo no Rio de Janeiro. A arma que o Adriano segura é de paintball, não é de verdade. E a outra, dourada, que está com um amigo dele é um abajur quebrado que ele tinha na Itália\", garantiu Rinaldi em entrevista dada ao canal SporTV.

Esta é a segunda vez, apenas neste ano, que Adriano terá de ir para uma delegacia para prestar depoimento, no Rio. Em abril, ele precisou explicar, na 22.ª DP, da Penha, no Rio, como uma moto comprada por ele, avaliada em R$ 35 mil, foi registrada em nome da mãe de um traficante.

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