
O JC Online tem recebido inúmeros e-mails e comentários solicitando uma forma de viabalizar ajuda aos irmãos albinos residentes na comunidade V-9, em Olinda. Uma ação junto a esses leitores e internautas será realizada pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação a partir desta segunda-feira (31).
As doações serão recebidas nas portarias da Rua de Lima (TV Jornal) e Rua da Fundição (Jornal do Commercio), bairro de Santo Amaro, Recife (veja endereço abaixo). Não serão aceitas doações em dinheiro e o JC ficará responsável pela distribuição à família.
Para outras informações, os interessados podem entrar em contato com a diretoria de Redação do Jornal do Commercio através do e-mail falecomojc@gmail.com.
Aqueles que enviaram mensagem serão contactados. Os internautas que também já contactaram o JC Online por meio do serviço de Fale Conosco e comentários também serão acionados.
O drama da família - que não tem como proteger os filhos albinos devido à falta de condições financeiras para comprar, entre outros itens, protetor solar - foi relatado na reportagem À flor da pele, do repórter João Valadares, veiculada na edição deste domingo do Jornal do Commercio e reproduzida no canal Cotidiano do JC Online (onde ganhou um slideshow com mais de 20 fotos do repórter fotográfico Alexandre Severo, da JC Imagem, e design de Sidclei Sobral).
Jornal do Commercio: Rua da Fundição, 257 - Santo Amaro - Recife - PE
CEP 50.040.100
TV Jornal: Rua Capitão Lima, 250 - Santo Amaro - Recife - PE
CEP 50-040-080
Sem dúvida é uma causa nobre e merece ajuda da populaçao. A foto está belíssima e mostra a inocência dessas crianças que mesmo diante das dificuldades ainda encontram motivos para sorrir. Parabéns,essa foto vai longe.
Sou assinante do JC há vários anos e nunca tinha visto fotograficas tão linda. Parabéns Alexandre Severo. Aguardemos os prêmios.
Em pleno século XXI, ainda, nos deparamos com situações desse tipo, ou seja, crianças que por causa da sua situação social, problema maior do que o genético, não conseguem ter um mínimo de infancia. Realmente, eu fiquei sensibilizada com a situação, mas devemos também perguntar onde estão os órgãos competentes? Num caso desse, a sociedade civil deve ajudar, porém o Estado deve fazer o seu papel, ou seja, garantir uma condição mínima de saúde, para que essas crianças tenham uma vida mais humana.
