
Um sequestro seguido de morte é o assunto mais comentado desta quarta-feira (8) entre os paraibanos. O diretor de Infra-Estrutura e Suporte da Prefeitura Municipal, Bruno Ernesto Morais, de 31 anos, foi sequestrado e assassinado com tiros à queima-roupa, após bandidos terem roubado seus pertences na noite dessa terça (7). Tópicos sobre a morte estão desde o início do dia no TrendMaps (assuntos mais comentados no Twitter) de João Pessoa.
Por volta das 21h, Bruno chegava em sua casa, no bairro dos Bancários, quando foi abordado pelos criminosos. De dentro da mala do próprio carro, onde foi jogado, conseguiu ligar para a esposa, que acionou a polícia.
Bruno era funcionário da Prefeitura de João Pessoa
De acordo com o tenente-coronel Lívio, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, a equipe deu início imediato às investigações. Por volta das 23h, o homem identificado como José Alexandro Cavalcanti, de 32 anos, foi capturado com o carro da vítima, mas o corpo só foi localizado à 01h, numa localidade conhecida como Mituaçu, que fica na divisa entre João Pessoa e Conde.
Além de Alexandro, outras cinco pessoas foram presas, sendo três delas adolescentes. A polícia localizou com eles as armas utilizadas no crime, dinheiro, cartões de crédito, bolsa e outros objetos pessoais da vítima.
Para o tenente Lívio, o crime não foi premeditado e a execução de Bruno foi feita a sangue frio. "Pelo que averiguamos, a vítima não reagiu em nenhum momento e já tinha entregue tudo o que os bandidos pediram, mas eles não tiveram piedade. Parece realmente ter sido um latrocínio", disse.
Além de trabalhar na Prefeitura de João Pessoa, Bruno Ernesto era também professor. Alunos e colegas de trabalho da vítima se manifestam desde a noite dessa terça pelas redes sociais. O Prefeito Luciano Agra enviou uma nota de pesar lamentando a morte do servidor.
E o interessante é que tais fatos constumam acontecer com pessoas de boa índole,quem é ruim fica aí,pra pintar e bordar à vontade,enquanto o cidadão de bem fica desprovido de proteção.Dia desses,vi no programa de Dantena,na band,a morte brutal de uma mulher,em São Paulo,por um menor de idade,a quem ela tinha ajudado.Um detalhe impostante é que esta mulher costumava ajudar a pessoas carentes,sendo querida pela comunidade.Já em outra notícia,um cara é assaltado e executado à sangue frio,quando estava num posto de gasolina,na frente da esposa.Isso depois de ele,na maior paz,ter entregue a carteira ao assassino.E conheço outras tantas estórias do tipo.Realmente,quem é mal,mesmo,tá aí,à solta,pra fazer o que não presta.Como,por exemplo,legislar em causa própria e não dar satisfação à sociedade,como mostrou a reportagem do ronda geral ontém,onde um alto "dignatário" do legislativo estadual,questionado pelo reporter sobre os "auxílios pouca vergonha",diz que "não sabia".
Engracado nao apareceu nenhuma ONG para comentar o ocorrido, agora se a policia tivesse localizado e limpado as ruas dando fim aos elementos, ai seria diferente, pq sao criancas serem inofensivos, Brasil acorda, se fosse nos E.U.A, essas desgracas nunca mais iriam ver a cor da rua!
Perpétua... Não!!! PENA DE MORTE PRA ESSES MONSTROS.
