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Pernambuco - 21.05.12 - Atualizado às 14h59

Nordeste // declaração

Cardozo diz que policiais que cometerem crimes na Bahia vão para presídios

Publicado em 04.02.2012, às 17h21


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Cardozo (dir) considerou "inaceitável" a forma como os policiais estão conduzindo a greve. O governador Jaques Wagner (esq) descartou a possibilidade de concessão de anistia militar aos envolvidos no movimento
Foto: Agência Brasil

Ao visitar a Bahia neste sábado (4), no quarto dia da paralisação da Polícia Militar (PM), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que, por solicitação do governo do estado, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) já reservou vagas em presídios federais para encaminhar, se necessário, policiais que tenham cometido algum tipo de crime durante o movimento grevista. Cardozo se reuniu com o governador da Bahia, Jaques Wagner, e disse que todas as ocorrências criminosas serão tratadas como crimes federais.

"Todos os crimes cometidos nesse período são qualificados como crimes federais e serão tratados como tais. Seremos muito firmes no cumprimento do nosso dever", disse Cardozo em entrevista na Base Aérea de Salvador.

O ministro viajou à Bahia acompanhado do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, e da secretária nacional da Segurança Pública (Senasp), Regina Miki. Cardozo considerou “inaceitável” a forma como os policiais estão conduzindo a greve. "O Estado de Direito não permite o abuso do próprio direito. Isso [a greve], da forma como está sendo tratado, é inaceitável."

Pelo menos 12 mandados de prisão já foram expedidos contra militares grevistas. Hoje, o governador Jaques Wagner descartou a possibilidade de concessão de anistia militar para todos os envolvidos no movimento grevista, uma reivindicação feita pelo conjunto das associações que representam PMs na Bahia.

“Sou um democrata convicto e a única regra que faz a democracia funcionar é o respeito à lei”, disse o governador, que fez questão de ressaltar que não se trata de uma ato de “arrogância ou de intolerância” do governo. “Se alguém depreda ônibus, depreda o carro da polícia, se alguém sai na rua atirando para cima, isso tudo é crime”.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia estima que um terço da Polícia Militar do estado esteja parada. O efetivo conta com 31 mil policiais.

Fonte: Agência Brasil

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De: JÁ FUI PT- 05/02/2012 01:12

ESSE GOVERNADOR E ESSE MINISTRO É UMA PIADA SÓ. QUANDO ERAM OPOSIÇÃO DEFEDIAM GREVES E REVOLTAS URBANAS. AGORA Q SÃO PODER É PORRADA NA CARA. É ASSIM MESMO. E QUE VENHAM A GREVE DA POLICIA FEDERAL, AUDITORES E ETC. ESSE MINISTRO É PIADA E ESSE GOVERNADOR MAIS NUNCA SERÁ NADA. É AQUELE DITADO: " PAU NO C...DOS OUTROS É REFRESCO"

De: NORDESTE- 04/02/2012 21:40

A POSTURA POLITICA DO GOVERNADOR NÃO PARECE SER MUITO LOUVALVEL, AS ATITUDES PARECEM DESAJUSTADA, PENSO QUE TUDO PODERIA TER SIDO EVITADO, LEMBRO DE REPORTAGEM ONDE ELE SE POSICIONOU CONTRA A CLASSE MILITAR DE SEU ESTADO.

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