
Ao conhecer um terreito de candomblé que fica na Rua Engenheiro Agrônomo Moacir Parnaíba, na Iputinga, Zona Oeste do Recife, Emerson Almeida Nogueira de Souza, 39 anos, foi assassinado com mais de 10 tiros, na noite desse domingo (22).
Apesar de a motivação do crime ainda ser desconhecida, a esposa da vítima, que não quis se identificar, e um babalorixá afirmam que nada tem a ver com a religião.
Terreiros pernambucanos sofreram atentados depois do assassinato do menino Flanio da Silva Macêdo, 9 anos, encontrado com a cabeça decepada e sinais de violência sexual na zona rural de Brejo da Madre de Deus, no Agreste. Segundo os acusados, o garoto foi morto em ritual de magia negra.
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Emerson Almeida Nogueira de Souza foi morto com tiros de pistola 380 à queima-roupa. De acordo com a polícia, ele respondia processo na Justiça por formação de quadrilha.
O crime será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), na área central do Recife.
Já houve época em que os terreiros eram marginalizados e os 'preconceituosos de plantão' querem resuscitar essa prática reprovável. Quaisquer preconceitos são reprováveis porque pessoas preconceituosas não servem para a viver em sociedade.
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