
O assunto é de competência mundial, mas os reflexos preocupam principalmente a população das grandes cidades. Segundo relatório da ONU - Organização das Nações Unidas, divulgado nesta segunda-feira (1º), a população do mundo atingirá a marca dos 7 bilhões ainda este ano.
Ilustração: Erika Simona/NE10
No dia 31 de outubro, em algum lugar da Índia, um parto marcará um ponto crítico na história do planeta: o mundo passará a ter 7 bilhões de habitantes
A notícia, encarada com otimismo pelos cientistas - que enxergam aí o aumento da expecativa de vida nos países em desenvolvimento -, desperta uma preocupação nas pessoas com relação à qualidade de vida.
Para saber o que o recifense pensa a respeito do assunto, a reportagem do NE10 foi ao centro da cidade, saber da população qual a expectativa em relação à notícia. A maioria mostrou-se preocupada com habitação, pobreza e emprego. [Assista o vídeo]
METAS DO MILÊNIO - Ao analisar os maiores problemas mundiais, a ONU estabeleceu 8 Objetivos do Milênio, chamados ODM. No Brasil, a iniciativa é conhecida como 8 Jeitos de Mudar o Mundo.
Os oito ODMs são:
1. Acabar com a miséria
2. Educação básica de qualidade para todos
3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher
4. Reduzir a mortalidade infantil
5. Melhorar a saúde das gestantes
6. Combater a Aids, malária e outras doenças
7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento
Educação é a base de tudo. Educação!
Existe um ditado que diz: "Com raras exceções, a pessoa é o que procurou ser". Muito da miséria, não só do Recife, como de muitas cidades brasileiras, deve-se levar em conta a cultura de que o pobre não tem chance de trabalhar nem de estudar. No próprio Recife existem vários exemplos que demonstram que isso não deve ser considerado mote; refiro-me aos casos de pessoas extremamente podres, filhos de catadores de lixo, que superaram essa situação e hoje são universitário bem sucedidos, com um futuro promissor pela frente. Enquanto existem aqueles que fazem da pobreza uma "cultura" familiar, uma "escola"; é só fazer um estudo dos antecedentes daquelas mulheres que esmolam, nos semáforos, com uma "escadinha" de filhos que ali estão já praticando a perpetuação da atividade familiar. Infelizmente não temos como fugir dessa realidade!
Continua não sendo preocupação para países desenvolvidos. Familias estão diminuindo e se formando tarde, após os 30 anos de idade de cada jovem. Nos países pobres, não existem politicas publicas em nenhum setor, fome, doença, guerra civil...vão continuar a exitir! Ditadores continuarão no poder massacrando seu povo, países ricos explorando as riquezas naturais desses lugares. Essa é a realidade, estudos como esse são feitos desde seculo retrasado e nada se faz, por que cada um só defende seus interesses.
