
O clima é tenso no balcão da NoAr, no saguão do Aeroporto Guararapes, no Recife, Zona Sul da cidade.
Uma senhora chora e grita desesperadamente em frente ao balcão da companhia aérea regional para saber se o filho, Raul Costa Farias Cintra, está no avião que caiu nesta quarta pela manhã na beira-mar da Zona Sul do Grande Recife, matando as 16 a bordo.
Funcionários da empresa, no entanto, não souberam informar à mulher, e tentam acalmá-la, oferecendo água e colocando-a sentada.
